Endereço: Trav. Lomas Valentinas - Pass. Hortinha n° 17264

Fone: (91) 3276 1392

Bairro do Marco - CEP: 66095-210

Belém - Pará - Brasil

E-mail: escolamjm@gmail.com

             saladeinformaticamjm@gmail.com

Logomarca concorrente
Logomarca concorrente

CONCURSO DE LOGOMARCA

 

Ajudenos a criar uma nova logomarca para a Escola, faça seu desenho, crie sua marca e se for a escolhida ganhe um Pen Drive...

Deixe sua Criação em desenho ou imagem digital na secretaria .

Vamos publicar as imagens concorrentes nesta página  para que a comunidade escolha a sua favorita.

Prazo para concorrer até 15 de Dezembro de 2009!!

Boa Sorte.....

PARTICIPE!!  MANDE SUA CRIAÇÃO!!

 

NOSSA VISÃO DE EDUCAÇÃO

 

Vivemos em um mundo onde o contexto social estabelece as normas de convivência humana. Neste enfoque são várias as Instituições que fomentam no indivíduo a visão mais ampla da realidade que o cerca. Vemos assim, que a função da escola vai além da informação, seus propósitos necessitam estar em consonância com a realidade cotidiana, estabelecendo assim estratégias para que seus educandos exerçam de fato e de direito sua cidadania.

 

 

HISTÓRICO DO PATRONO

 

Quem foi Manoel de Jesus Moraes? Nasceu em Pinheiro, no Maranhão, a 15 de Outubro de 1906 e faleceu em 6 de Abril de 1974, em Belém. Ainda muito jovem, veio fazer a vida no alto do Amazonas, nas novas frentes de extração de borracha, como seringueiro. Daí, quando a Companhia FORD, começou a implantar o seu projeto de plantação racional de seringueiras – para suprir com borracha as necessidades de sua indústria automobilística nos Estados Unidos – vai para Fordlândia, no alto dos Tapajós. Primeiro foi funcionário da companhia, depois se tornou um pequeno comerciante. Prospera, tornando-se ao longo do tempo, o maior comerciante da região.

Em 1945, com o fracasso do projeto, Ford retira-se de Fordlândia, passando esta vila para Belterra, a propriedade do governo brasileiro – Ministério da agricultura. Essas mudanças causaram a decadência do ensino primário. A única escola Pública era totalmente sustentada pela Companhia Ford. As professoras, todas formadas, regressaram à Belém, já que não recebiam mais os mesmos salários. As professoras leigas eram em número insuficiente para atender à demanda de alunos.

Aflito e angustiado, o Sr. Manoel de Jesus Moraes, homem inteligente, embora de quase nenhuma instrução formal, mas entusiasmado com a educação, reconhecendo seu insubstituível valor, corre a Belém para contratar professoras “normalistas” (com curso de magistério) para dar aulas aos filhos, na sua própria casa, mas se perguntava: e os filhos de quem não dispunha de recursos, o que fazer? Solução: oferecer vagas gratuitas para os que consideravam mais inteligentes. Um desses, para exemplificar, hoje é médico e professor da Universidade de São Paulo e outros engenheiros em FURNAS, além de tantos vitoriosos.

Em 1948 transferiu o principal de seus negócios para Santarém, para que os filhos pudessem fazer ginásio. Nessa cidade tornou-se um beneficiário do ensino, dando bolsas de estudo para os estudantes pobres; seus empregados eram estimulados a freqüentar a escola.

Contribuiu muito, certa vez, com 70 bolsas de estudo, além dos mantimentos para o internato Batista, de Santarém, em séria crise financeira. Sustentou estudantes pobres, sobretudo de Fordlândia nos Colégios Santa Clara e D. Armando; continuou a apoiar vários alunos para que continuassem seus estudos em Belém.

Manoel de Jesus Moraes, homem de inteligência privilegiada, astuto, generoso, quase sem nenhuma instrução formal, teve sempre incomensurável sensibilidade para vislumbrar a educação como fonte de liberdade e cidadania.